SE O TEMPO FOSSE OURO..., TALVEZ PUDESSES PERDÊ-LO. - MAS O TEMPO É VIDA, E TU NÃO SABES QUANTA TE RESTA.

Barra de vídeo

Loading...

Pesquisar este blog

domingo, 22 de outubro de 2017

Contribua com sua postagem para a página MMO







Contribua com sua postagem na pagina  Mário Marques

https://www.facebook.com/mmo.escola/

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

HISTORIA SEGTUNDO ANO







ASSISTA ESSE VÍDEO E FAÇA  UM RELATÓRIO DE NO MINIMO 5 PAGINAS E 20 QUESTÕES COM PERGUNTAS E RESPOSTAS.

ENTREGAR EM FOLHA DE ALMAÇO
CAPA PADRÃO


Capítulo 2 - A Vila Rica - A Última Cruzada

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

3 ano , trabalho final - para entregar


Como fazer seus trabalhos

TRABALHO FINAL DE FILOSOFIA

Temos que ver agora o lado direito da nossa tabela. Para tanto fala um trabalho em forma de tcc


capa  - Impressa
índice - Impresso
Introdução - Impressa

Capitulo 1 manuscrito
assista o vídeo e faça o relatório do vídeo como o primeiro capítulo
Como é o Pensamento Conservador

Capitulo 2
2.1 faça uma pequena pesquisa  sobre  Burke e use como  capítulo 2.1
2.2 assista o vídeo e faça o relatório do vídeo como o  capítulo 2.2
Edmund Burke

Capitulo 3 manuscrito
3.1 faça uma pequena pesquisa  sobre  Cherterton e use como  capítulo 3.1
3.2  assista o vídeo e faça o relatório do vídeo como o  capítulo 3.2

G.K CHESTERTON 1

G. K. CHESTERTON 2

Capitulo 4 manuscrito
4.1 faça uma pequena pesquisa  sobre  Cherterton e use como  capítulo 4.1
4.2  assista o vídeo e faça o relatório do vídeo como o  capítulo 4.2
O que é conservadorismo de Roger Scruton


Considerações finais  - Impresso
Referências -  Impresso
= todos os links usados e livros  mencionados


sábado, 7 de outubro de 2017

3 ANO QUARTO BIMESTRE 2017



"Entre os componentes sociais da mudança global, incluem-se os efeitos laborais dalgumas inovações tecnológicas, a exclusão social, a desigualdade no fornecimento e consumo da energia e doutros serviços, a fragmentação social, o aumento da violência e o aparecimento de novas formas de agressividade social, o narcotráfico e o consumo crescente de drogas entre os mais jovens, a perda de identidade. São alguns sinais, entre outros, que mostram como o crescimento nos últimos dois séculos não significou, em todos os seus aspectos, um verdadeiro progresso integral e uma melhoria da qualidade de vida. Alguns destes sinais são ao mesmo tempo sintomas duma verdadeira degradação social, duma silenciosa ruptura dos vínculos de integração e comunhão social." LAUDATO SI










CADA LINK  DE VÍDEO PASSADO EM AULA ESTÁ AQUI. ENTRE ELES  HÁ TEXTOS SOBRE A ARTE QUE PODEM SER DE SEU INTERESSE





CASAMENTO GAY

A ARTE EM HEGEL

1. A obra de arte é um fim em si mesmo, não se prestando a nenhuma finalidade pedagógica ou moral.
2. A verdade que a obra de arte revela apresenta-se à percepção estética como o belo, um objeto que não se apresenta nem para os sentidos, nem para o entendimento, mas para a imaginação, produzindo uma espécie muito peculiar de satisfação imaginativa.
3. A experiência estética é imediata, intuitiva, sendo muito pobre conceitualmente.
4. O belo é a unidade imediata da natureza e do espírito na intuição. A verdade que a arte revela não é cognitiva nem conceitual, mas artística, quer dizer, bela ou ideal.
O fim último da arte consiste em revelar à alma tudo o que ela tem de essencial, de grande, de sublime, de respeitável e de verdadeiro.
A arte cultiva o humano no homem, desperta sentimentos adormecidos e põe o homem em presença dos verdadeiros interesses do espírito.
O artista não tem uma atividade mecânica, nem sua arte é fruto de uma inspiração, mas é o resultado de uma habilidade em expressar o ideal de forma concreta.

O ULTIMO ANACORETA



ARTE - EM JACQUES MARITAIN

Nossa atitude frente às obras de arte depende de nosso gosto natural e de nossa educação artística, mas depende também, e mais fundamentalmente, da própria concepção que temos da arte. Se acreditamos que a arte é um simples exercício de habilidade destinado a agradar, ou a distrair-nos por alguns momentos, ou a apresentar-nos sob uma forma aprazível e fácil uma imagem das idéias que já carregamos em nós mesmos, exigiremos de uma pintura ou de uma sinfonia que nos confirmem nossa própria visão das coisas; é o assunto tratado que nos interessará nelas, e nós exigiremos que esse assunto seja abordado de acordo com o rol de conceitos previamente formados que nos pareçam exprimir a verdade a seu respeito. Julgaremos a obra de arte como um objeto que nos é submisso, e nossa disposição de espírito será, portanto, a medida do juízo. Em semelhante caso, a bem da verdade, não julgamos a obra de arte nós é que somos julgados por ela.
Será completamente diferente se pensarmos que a arte é um esforço criador cuja fonte é espiritual, e que nos entrega a um só tempo o si mais íntimo do artista e as secretas correspondências por ele percebidas nas coisas, por uma visão ou intuição que lhe é própria e que é inexprimível em idéias ou em palavra exprimível somente em uma obra. Então essa obra se nos surgirá como carregada de um duplo mistério o da personalidade do artista e o da realidade que tocou seu coração. E o que nós lhe pediremos será que nos manifeste esse mistério na alegria sempre nova que é produzida pelo contato com a beleza. Julgaremos a obra de arte como o veículo vivo de uma verdade oculta, à qual essa obra e nós mesmos estamos juntamente submetidos, e que é a um só tempo a medida da obra e de nosso espírito. Em semelhante caso haverá um verdadeiro juízo, pois não erigiremos a nós mesmos como juízes, mas procuraremos tornarmo-nos dóceis àquilo que a obra, se ela é boa, nos ensina.

RELIGIÕES

Há quem defenda que a arte tem valor em si. Para esta perspectiva, a única finalidade que o artista deve ter é produzir e criar uma obra genuína e realmente artística. A arte não deve promover princípios éticos e políticos. Deve ser alheia a propósitos pedagógicos e moralizadores. 

ECOLOGIA

Este é o segredo da ação da arte. O processo criativo consiste (até onde nos é dado segui-lo) numa ativação inconsciente do arquétipo e numa elaboração e formalização na obra acabada. De certo modo a formação da imagem primordial é uma transcrição para a linguagem do presente pelo artista, dando a cada um a possibilidade de encontrar o acesso às fontes mais profundas da vida que, de outro modo, lhe seria negado. (JUNG)

ECOLOGIA SOCIAL

Para compreender seu sentido é preciso que ela nos modele do mesmo modo que modelou o poeta. Compreenderemos, então, qual foi a vivência originária deste último. Ele tocou as regiões profundas da alma, salutares e libertadoras, onde o indivíduo não se segregou ainda na solidão da consciência, seguindo um caminho falso e doloroso. Tocou as regiões profundas, onde todos os seres vibram em uníssono e onde, portanto, a sensibilidade e a ação do indivíduo abarcam toda a humanidade.

ECOLOGIA MENTAL
 A CONTRIBUIÇÃO DE PANOFSKY

Nas reflexões de Panofsky sobre a definição da obra de arte encontramos uma de suas contribuições mais significativas. Ele define que mesmo quando a obra de arte não é criada unicamente para ser experimentada esteticamente, mesmo que para ela fora designada uma utilidade, ela tem sempre significação estética (não confundir com valor estético) quer sirva ou não a um fim prático, quer seja boa ou má, o tipo de experiência que ela requer é sempre estética5 . Panofsky esclarece que se pode experimentar esteticamente todo e qualquer objeto, seja ele natural ou feito pelo homem, entretanto, a decisão de experimentá-lo ou não esteticamente, no caso do objeto natural é uma escolha absolutamente pessoal. Já um objeto feito pelo homem, exige ou não ser experimentado deste modo, pois tem o que se chama “intenção”6 . Ele esclarece ainda que o elemento forma está presente em qualquer objeto, sem exceção, de modo que na obra de arte haveria um equilíbrio entre idéia e forma. Uma eloqüência entre esses dois elementos é que revelará de maneira bem sucedida o conteúdo da obra.

sábado, 30 de setembro de 2017

ANTÔNIO GRAMSCI





ASSISTA O VÍDEO, LEIA O TEXTO, FAÇA UM RESUMO NO CADERNO E EXPLIQUE QUE DIZEM, O VÍDEO E O TEXTO.

veja este vídeo:

ANTÔNIO GRAMSCI


ANTONIO GRAMSCI E A REVOLUÇÃO CULTURAL
"Ao se apropriar da cultura de massas, cria-se o conjunto das condições que formam não a posição econômica na sociedade mas sim a imaginação do ser humano nessa sociedade. Dá-se a ele uma cosmovisão, uma visão do todo e, portanto, de certa forma, totaliza-se a consciência dele para que ele se transforme em um agente revolucionário, e muitas vezes sem ele perceber. Segundo Gramsci, para apossar-se da superestrutura  — estruturas do poder social — é preciso antes de mais nada se apropriar da cultura, porque assim haverá, durante o lapso de uma geração ou duas, ou até três, uma modificação da forma como as pessoas pensam, e assim também do conjunto das condições reais às quais esses indivíduos irão agir —hegemonia cultural. Para se apropriar da cultura é conveniente selecionar quais livros entram no mercado — seletividade editorial. E quem vai selecionar? é essencial um grupo mobilizado, o qual Gramsci chama de intelectuais orgânicos. É necessário que, antes de fazer a revolução, tome-se a sociedade na sua consciência através dessahegemonia cultural, ou seja, antes de se chegar à superestrutura deve-se já trabalhar na cultura para que as pessoas pensem e combinem em tudo o que se deseje fazer; modificando-se assim a consciência dos indivíduos para que eles ajam segundo os padrões da revolução, porque eles vão ser educados, instruídos, para serem agentes revolucionários. Quem vai coordenar esse processo para que ele não desencane? é o grupo daqueles que conhecem e estabelecem o projeto de tomada do poder e da hegemonia, e ao mesmo tempo coordenam as ações temporais concretas para se chegar lá, a saber: não ir muito com excesso e também não faltar demais, mas ir lenta e gradualmente estabelecendo a hegemonia e, portanto, a revolução. Para o Gramsci a revolução não é uma revolução armada, e sim cultural; e essa revolução tem que ser coordenada por aqueles que estão à frente do processo de tomada do poder, isto é, pelosintelectuais orgânicos, os quais formam um outro grupo chamado partido político para que aja politicamente, formam também os meios de comunicação que são aqueles que vão ter a opinião pública na mão, e formam ainda a classe universitária para que ela — 'esclarecida' — possa cada vez mais introjetar e formatar a hegemonia cultural num nível mais alto do que o dos meios de comunicação. Dessa forma, temos: ação política, ação social e ação intelectual coordenadas por um mesmo grupo. Então, na sociedade, é como se tivéssemos uma pirâmide dividida em classes. Gramsci divide assuperestruturas impositivas, em: família, escola, Igreja, sindicatos, partidos políticos, Estado e Economia; e a revolução e a hegemonia não podem tomar de uma hora para outra a economia para modificar os meios de produção, a mudança tem que vir de baixo para cima, tem-se que primeiro destruir a família, depois destruir a verdadeira educação, em seguida destruir a Igreja, e por fim os sindicatos e os partidos políticos a não ser os seus próprios, para que aí se tome o Estado; e, tomando-se o Estado, paulatinamente acabe-se com a oposição e, acabando-se com a oposição, conquiste-se hegemonicamente a sociedade inteira. Mas... destruir a própria família? sim, porque a família, segundo Gramsci, é uma estrutura fundamentada na burguesia; a moral cristã, que é a base da família na civilização ocidental, é uma moral burguesa."
Prof. Marcus Boeira
http://janelapensante.blogspot.com.br/2015/05/antonio-gramsci-e-revolucao-cultural.html

terça-feira, 12 de setembro de 2017

TERCEIRO ANO - QUARTO BIMESTRE - 2017 - A QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL



"I'm not a robot, without emotions, I'm not what you see
I've come to help you, with your problems, so we can be free
I'm not a hero, I'm not a saviour, forget what you know
I'm just a man whose, circumstances, went beyond his control
Beyond my control, We all need control
I need control, we all need control"




A) TRABALHO INDIVIDUAL - DE ACORDO COM AS REGRAS ABNT (ADAPTADAS PARA TRABALHOS MANUSCRITO)

1) TEMA: QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL






B) APRESENTAÇÃO -EM GRUPO

1 -  O QUE É A  QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL?   NÚMEROS 1 A 10
2 -  QUAIS A TECNOLOGIAS DA QUARTA REVOLUÇÃO?  NÚMEROS 11 A 20
3 -  O QUE MUDA?   FALE SOBRE O "darwinismo tecnológico".NÚMEROS 21 A 30
4 -  COMO FICAM OS EMPREGOS?NÚMEROS 31 A 40
NÚMEROS ACIMA DE 40 COMPLETAM OS GRUPOS EM QUE FALTAM  COMPONENTES EM ORDEM NUMÉRICA




C) ASSISTA E FAÇA A ANÁLISE NO CADERNO DA SEGUINTE MÚSICA:

Mr Roboto - STYX

ENTREGA NA PRIMEIRA AULA DA PRIMEIRA SEMANA DE OUTUBRO;