SE O TEMPO FOSSE OURO..., TALVEZ PUDESSES PERDÊ-LO. - MAS O TEMPO É VIDA, E TU NÃO SABES QUANTA TE RESTA.
Loading...

Pesquisar este blog

Carregando...

sábado, 24 de setembro de 2016

TERCEIROS ANOS 2017 - ATIVIDADE




REGRAS PARA ENTREGA DOS TRABALHOS


ATIVIDADE  A


" …não existe qualquer reparo de ordem técnica para os problemas da humanidade."
Theodore Dalrymple 





Resultado de imagem para FELICIDADE


Felicidade 
Mário Sérgio Cortella, Leonardo Boff e Frei Betto 
no "Sempre Um Papo"

https://www.youtube.com/watch?v=VUjUqms8pxM

ATIVIDADE MANUSCRITA, CAPA PADRÃO; PARA ENTREGA;
EM GRUPOS DE 3 PESSOAS :

1) FAÇA O RELATÓRIO DA FALA DE CADA UM DOS PALESTRANTES DIVIDAS EM TRÊS CAPÍTULOS COM O NOME DE CADA UM DELES;
2) DISCUTAM A SÍNTESE  E ESCREVAM NAS CONSIDERAÇÕES FINAIS;

3) HAVERÁ EXPOSIÇÃO ORAL DOS TRABALHOS


ATIVIDADE B

A BANALIDADE DO MAL


1)   Em grupos de até 5 pessoas.  título : A banalidade do mal : século XX 

capítulos: 
1) Nazismo  número de mortos e formas de execução , 
2) Comunismo números de mortos e formas de execução,
3)  Pol Pot,  
4) Jim Jones, 
5) David Koresh , 
6) Marshall Applewhite ) 


2)   -  GRUPO DE 3 PESSOAS :  assista o filme "A Solução Final" e  faça um relatório  com foto e biografia de  Eichmann  e   um comentário de  até 15 linhas   refletindo como a adesão a um partido político/ideologia, pôde levar  Eichmann   fazer   o que  fez. 



Solução final
Um filme baseado nas confissões finais feitas por Adolf Eichmann, antes de sua execução em Israel. Capturado pelo serviço secreto da Argentina quinze anos após o final da Segunda Guerra Mundial, Eichmann, era o homem mais procurado do mundo. Em suas confissões Eichmann relata que foi o arquiteto do plano chamado de Solução Final de Hitler. Enquanto todos aguardavam pela condenação do executor chefe nazista, o capitão israelense Avner Less, cujo próprio pai falecera em um campo de concentração é o responsável pela dura tarefa de arrancar toda a verdade de Eichmann. 


filme completo
https://www.youtube.com/watch?v=qJzukT0hVjE


3) INDIVIDUAL  - no caderno , Leia o artigo de Hannah Arendt -Irreflexão e a banalidade do mal no pensamento de Hannah Arendt  e faça um apanhado das principais idéias do  artigo, faça a biografia da filosofa  com foto, no caderno, parte 2. 

Irreflexão e a banalidade do mal no pensamento de Hannah Arendt

domingo, 11 de setembro de 2016

PRIMEIRO ANO QUARTO BIMESTRE - ATIVIDADE E RECUPERAÇÃO CONTÍNUA


DATA DA ENTREGA: SEMANA DE 26 A 30 DE SETEMBRO, NA SUA SEGUNDA AULA DE FILOSOFIA DA SEMANA

REFLITA: 

SERÁ QUE EU SOU  MANIPULADO?


QUEM PENSA QUANDO EU PENSO?

Ideologia é um conjunto de ideias ou pensamentos de uma pessoa ou de um grupo de indivíduos. A ideologia pode estar ligada a ações políticas, econômicas e sociais. A IDEOLOGIA É SEMPRE PARCIAL, UMA MEIA VERDADE, SIMPLIFICADORA DA REALIDADE E FEITA PARA FALSIFICAR A REALIDADE. A  IDEOLOGIA NÃO É UMA MENTIRA, MAS É O PENSAMENTO RECORTADO, DESVIADO, FOCADO.


ATIVIDADE 1  - LEIA O TEXTO ABAIXO E FAÇA UM RESUMO NO CADERNO



ATIVIDADE  2 - COPIE O TEXTO ABAIXO E RESPONDA AS SEGUINTES QUESTÕES :


Quem é Alfonso López Quintás? 
O que significa manipular?
 Quem manipula?
Para que se manipula?
Como se manipula?
EXPLIQUE COM SUA PALAVRAS O QUE É A IDEOLOGIA. 


ATIVIDADE 3  -NO CADERNO,  EXPLIQUE O SEGUINTE PENSAMENTO ATRIBUÍDO A NAPOLEÃO BONAPARTE: 


"A educação de um homem começa 100 anos antes do seu nascimento."






quinta-feira, 31 de março de 2016

TERCEIRO ANO - TERCEIRO BIMESTRE











Leia


Um mundo de presente eterno, sem origem ou destino, passado ou futuro; um mundo no qual é impossível achar um centro ou qualquer ponto ou perspectiva do qual seja possível olhá-lo firmemente e considerá-lo como um todo; um mundo em que tudo que se apresenta é temporário, mutável ou tem o caráter de formas locais de conhecimento e experiência. Aqui não há estruturas profundas,nenhuma causa secreta ou final; tudo é (ou não é) o que parece na superfície. É um fim à modernidade e a tudo que ela prometeu e propôs.” Krishan Kumar

OU

 "O que define a hipermodernidade não é exclusivamente a autocrítica dos saberes e das instituições modernas; é também a memória revisitada, a remobilização das crenças tradicionais, a hibridização individualista do passado e do presente. Não mais apenas a desconstrução das tradições, mas o reemprego dela sem imposição institucional, o eterno rearranjar dela conforme o princípio da soberania indiviudal"(Lipovetsky, 2004:98). 

OU

TRANSMODERNIDADE, que visa uma visão de  mundo em que a tecnologia possua respostas fáceis a todos os dilemas humanos, enquanto revigora a importância de valores tradicionais e humanistas e pode ser caracterizado pelas seguintes proposições:
- A crença de que toda comunicação não-matemática é constituída por filtros culturais, mitos, metáforas regionais e conteúdo político.
- A afirmação de que todo significado e experiência não-matemática só pode ser criada pelo indivíduo e não pode ser objetificada por qualquer autor ou narrador.
- Rejeição a uma sociedade dominada pela mídia, onde não se encontra originalidade apenas cópias do que já existia.
- Ênfase na complementaridade dos processos de ratificação/construção e retificação/desconstrução das entidades matemáticas.
- Globalização, uma visão cultural de mundo profundamente pluralista e interconectada, em que o centro de poder político, de comunicação e de produção intelectual dominante é virtual (sujeito a uma descrição matemática coerente).
- Aceitação da evolução da matemática como a única meta-narrativa absoluta e suprema que pode ser revelada a humanidade, oque pode levar ao declínio dos conflitos religiosos internacionais.
??????????????????





Alice no País das Maravilhas
https://www.youtube.com/watch?v=tZ6sMdkSJJQ

PARA COMEÇAR, VAMOS PENSAR  EM NOVAS POSSIBILIDADES?

A) Todo Seu - Conversa com Luiz Felipe Bragança (22/04/16)
https://www.youtube.com/watch?v=uv9b19RndSM

B) Meio Ambiente
https://www.youtube.com/watch?v=VM9Lz0sCNaA




1) Atividade 1 -  Faça no seu caderno , duas colunas, nomeando-as assim: ESQUERDA/PROGRESSISTA - DIREITA/CONSERVADORA
Assista o vídeo abaixo e coloque cada ideia mencionada na sua devida coluna em forma de tópicos


Filosofia 'conservadora' versus Filosofia 'progressista' Luiz Felipe Pondé1

2) Atividade 2 - Conhecendo alguns pensadores
No seu caderno, faça um portfólio de cada pensador abaixo com a) uma breve biografia; b) Foto; c) principais idéias; e) no final faça uma tabela classificando-os entre progressistas e conservadores.

Observação: os videos abaixo não são atividades obrigatórias, mas seria muito bom você começar a ampliar sua visão de mundo. Tentei escolher os mais significativos e inteligentes. 


Roger Scruton


Como ser um conservador 

https://www.youtube.com/watch?v=1nXhVbPK90M


Zygmound  Baumam


zygmunt bauman - sobre os laços humanos, redes sociais, liberdade e segurança

https://www.youtube.com/watch?v=yRwHm_D-WWA


Pierre Levy


As Formas do Saber - Pierre Lévy



Alfonso Lopez Quintas


¿Hay alguna garantía de que el amor perdure?

¿Conocemos la vía recta hacia la felicidad?


Leonardo Boff

Espiritualidade e Utopias Libertárias, 11 primeiros capítulos do Gênesis e Teologia da Criação - Leonardo Boff



Edgar Morin


Edgar Morin - A poesia da vida



Enrique Dussel 



Enrique Dussel: "O indivíduo sempre foi comunidade", para que o cidadão honesto faça política

https://www.youtube.com/watch?v=SnDHnqE3tXg



3) NO CADERNO, A PARTIR DO TEXTO ABAIXO, FAÇA UMA ABORDAGEM DO TEMA:   NOVA PERSPECTIVA DAS RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA E RELIGIÃO.


5. As religiões no diálogo com as ciências
199. Não se pode sustentar que as ciências empíricas expliquem completamente a vida, a essência íntima de todas as criaturas e o conjunto da realidade. Isto seria ultrapassar indevidamente os seus confins metodológicos limitados. Se se reflecte dentro deste quadro restrito, desaparecem a sensibilidade estética, a poesia e ainda a capacidade da razão perceber o sentido e a finalidade das coisas.[141] Quero lembrar que «os textos religiosos clássicos podem oferecer um significado para todas as épocas, possuem uma força motivadora que abre sempre novos horizontes (...). Será razoável e inteligente relegá-los para a obscuridade, só porque nasceram no contexto duma crença religiosa?»[142] Realmente, é ingénuo pensar que os princípios éticos possam ser apresentados de modo puramente abstracto, desligados de todo o contexto, e o facto de aparecerem com uma linguagem religiosa não lhes tira valor algum no debate público. Os princípios éticos que a razão é capaz de perceber, sempre podem reaparecer sob distintas roupagens e expressos com linguagens diferentes, incluindo a religiosa.
200. Além disso, qualquer solução técnica que as ciências pretendam oferecer será impotente para resolver os graves problemas do mundo, se a humanidade perde o seu rumo, se esquece as grandes motivações que tornam possível a convivência social, o sacrifício, a bondade. Em todo o caso, será preciso fazer apelo aos crentes para que sejam coerentes com a sua própria fé e não a contradigam com as suas acções; será necessário insistir para que se abram novamente à graça de Deus e se nutram profundamente das próprias convicções sobre o amor, a justiça e a paz. Se às vezes uma má compreensão dos nossos princípios nos levou a justificar o abuso da natureza, ou o domínio despótico do ser humano sobre a criação, ou as guerras, a injustiça e a violência, nós, crentes, podemos reconhecer que então fomos infiéis ao tesouro de sabedoria que devíamos guardar. Muitas vezes os limites culturais de distintas épocas condicionaram esta consciência do próprio património ético e espiritual, mas é precisamente o regresso às respectivas fontes que permite às religiões responder melhor às necessidades actuais.
201. A maior parte dos habitantes do planeta declara-se crente, e isto deveria levar as religiões a estabelecerem diálogo entre si, visando o cuidado da natureza, a defesa dos pobres, a construção duma trama de respeito e de fraternidade. De igual modo é indispensável um diálogo entre as próprias ciências, porque cada uma costuma fechar-se nos limites da sua própria linguagem, e a especialização tende a converter-se em isolamento e absolutização do próprio saber. Isto impede de enfrentar adequadamente os problemas do meio ambiente. Torna-se necessário também um diálogo aberto e respeitador dos diferentes movimentos ecologistas, entre os quais não faltam as lutas ideológicas. A gravidade da crise ecológica obriga-nos, a todos, a pensar no bem comum e a prosseguir pelo caminho do diálogo que requer paciência, ascese e generosidade, lembrando-nos sempre que «a realidade é superior à ideia».[143]

                                                                  CARTA ENCÍCLICA

LAUDATO SI’
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
SOBRE O CUIDADO DA CASA COMUM


NAZISMO E COMUNISMO


HEGEL, MARX, HITLER E O TOTALITARISMO

Resultado de imagem para NAZISMO E COMUNISMO
Este é um artigo sensacional que foi salvo do finado site Endireitar, que foi escrito por Wellington Moraes em 02 de maior de 2008 e consiste em um um resumo das páginas 33 a 39 do livro Análise de Temas Sociais – Volume III, escrito por Mário Ferreira dos Santos, LOGOS, São Paulo, 1962.
“A história de todas as sociedades que existiram até nossos dias tem sido a história das lutas da classes.” (Marx e Engels)
“Existe apenas uma espécie de revolução possível, e ela não é nem econômica, nem política, nem social, mas racial, e será sempre a mesma coisa: a luta entre as classes inferiores e as raças superiores que estão no poder. … Todas as revoluções – e eu estudei com dedicação e cuidado – foram raciais…” (Hitler, diálogo entre Hitler e Otto Strasser)

nacionalismo, que animou os pequenos estados alemães a erguerem-se contra Napoleão e seus libertadores, teve um surto que, posteriormente, pela ação inegável de muitos autores, que serviram aos interesses de políticos ambiciosos, gestou os fundamentos do nacionalismo alemão, que teria de desembocar, fatalmente, no nazismo como síntese de socialismo e nacionalismo, do nacional-socialismo alemão.
Uma das personalidades a quem cabe a maior culpa, ou pelo menos a quem mais se atira a culpa desse nacionalismo, foi Hegel, o inspirador simultâneo do nazismo e do marxismo, dois filhos da sua doutrina, opostos, adversários, mas analogados em muitos aspectos como ainda veremos.
Hegel tornou o Estado a expressão da Divina Idéia concrecionada na Terra. É a marcha de Deus através do mundo, um organismo com consciência e pensamento, seus atributos essenciais, cuja realidade é necessária, e que existe por si e para si. Nunca se endeusou tanto o Estado, também nunca se endeusou tanto um filósofo, como o foi Hegel pelos autoritários prussianos e pelos filósofos alemães de então, cuja maioria o proclamava o supremo ditador da filosofia, apesar de muitos, de inegável valor e dignidade, terem-se oposto às suas doutrinas.
A lei é uma manifestação da vontade, dizem eles, mas de quem? Do Estado, afirmam os estatólatras; da nação, afirmam os nacionalistas; do povo, afirmam os democráticos; do proletariado, afirmam os marxistas e os socialistas autoritários em geral.
Deu-se uma vontade ao povo, à nação, à classe, uma vontade e uma consciência, que se transformaram em supernacionalidades hipostasiadas, criações do coletivismo romântico.
Marx substituiu o Espírito de Hegel pela matéria e pelos interesses econômicos, do mesmo modo que o nazismo substituiu o Espírito pela Raça. E, então, quando Hegel afirmava que o Espírito é o propulsor da história, o senhor do espetáculo da História, Marx substituindo o termo Espírito, afirmava: A Matéria e os interesses econômicos são os propulsores da História, os senhores do espetáculo da História. Hitler substituindo pela Raça, poderia dizer: a Raça é a propulsora da História, a senhora do espetáculo da História.
Em Marx, o Espírito vira de cabeça para baixo, e vira Matéria; em Hitler, torna-se Sangue. Essa é a inversão de que tanto eles se orgulharam.
O arsenal dos argumentos é o mesmo para todos. Não foram proporcionados apenas por Hegel, pois já vinham de antigas pilhagens de outras aventuras intelectuais do Renascimento, das lutas que procuravam impor o direito dos príncipes contra a concepção da Igreja, defensora das pequenas pátrias, a fim de acautelar e impedir as grandes guerras destrutivas, e partir, a pouco e pouco, para uma maior unidade dos cristãos, que acima dos particularismos nacionalistas, deviam pôr a idéia da Humanidade em Cristo, e torná-la universal) católica (de Kath’olon, em grego, universal), vencendo os obstáculos, que impediam a fraternidade universal e que reinasse a paz entre os homens de boa vontade.
Um conjunto de esquematismos gira em torno da idéia nacionalista. Podemos alinhar alguns:
1) o Estado é a encarnação do Espírito (Hegel), ou da Raça (Hitler) ou da Ditadura do Proletariado (Marx). Uma raça eleita, que deve conquistar o mundo (Hitler) ou um Estado eleito que deve dominar o mundo (Hegel) ou uma classe eleita, que deve dominar o mundo (Marx).
2) O Estado é independente e liberto de toda obrigação moral. Deve realizar seus fins, sejam quais forem os meios (Os fins justificam os meios, é do patrimônio de todos, de Hegel, Marx e Hitler).
3) Para realizar seus fins é mister uma guerra impiedosa e totalitária (também do patrimônio de todos).
4) Portanto, impõe-se uma vida heróica, que não tema os perigos, que viva perigosamente a grande façanha de realizar o ideal (também do patrimônio de todos).
5) Realizar-se-á, finalmente, o Grande Homem do amanhã (o germano superior de Hegel e Hitler, o revolucionário de Marx). O Estado não é a meta final, mas sim a fusão dele com o ideal-typus preconizado.
6) O Estado não está sujeito a nenhuma norma superior; ele é a lei, tanto a moral como a jurídica.
7) Os Estados podem estabelecer acordos mútuos entre si, porém não são obrigados a cumpri-los, porque seria violentar a sua soberania (Tese de Hegel).
8) Quando os Estados não encontram uma solução para as suas pendências, a guerra deve procurar resolvê-las (Tese de Hegel).
9) O bom êxito justifica tudo (Tese de Hegel). O bom êxito é o único juiz da História.
10) O despojo será do forte, que expropriará os mais fracos (Tese de Freyer, aceita por todos os autoritários).
11) O ataque é sempre a melhor defesa (Tese aceita por todos os totalitários).
12) A moralidade particular, a filantropia, a caridade não são guias do Estado poderoso (Tese de todos, que renegam qualquer consideração aos direitos alheios).
13) Não se deve vacilar na propaganda ante o emprego da infâmia, da calúnia, da mentira. O êxito justifica tudo. “Caluniai, caluniai, que alguma dúvida ficará…” Todos os poderosos totalitários aconselharam essa prática. Lenine justificou-a várias vezes, e aconselhou-a aos bolchevistas.
14) Todo o bem conquistado em favor do Estado é justo (Tese universal de todos os dominadores).
15) Só a guerra viriliza os homens e impede que se enfraqueçam. A política, na paz, só é justificada se prepara uma boa guerra (Assim pensaram sempre os poderosos). A guerra é a forma mais perfeita da atividade do Estado (Tese de Max Scheler, existencialista, mas aceita por todos os totalitários). A guerra é um bem precioso e raro (Hegel).
16) O humanitarista não é um regulador da História. O homem adultera-se pela idéia humanista (Tese de Rosenberg, filósofo nazista).
17) Há uma missão histórica a ser cumprida, para a qual está predestinado o Espírito (Hegel), a raça (Hitler), a classe (Marx). São os novos messias. É preciso amar esse destino.
18) Não há princípios morais acima do Estado. Tudo deve subordinar-se ao Estado como encarnação, ou da nação, da raça ou da classe, etc.
19) A tese aceita é dogmática e a expressão viva da Verdade. Qualquer opinião em contrário é herética e blasfema, e quem a profere deve ser eliminado. (Tese de todos os totalitários).
20) A vontade individual deve subordinar-se à vontade coletiva, representada pelo Estado, como encarnação de Deus, Raça, Classe, etc.
21) O ideal preconizado é inevitável, e sua vitória final é determinada necessariamente pela História (Tese universal dos totalitários).
22) O terror preventivo é o melhor meio de impedir as tentativas de oposição. A admissão de partidos é absurda, porque só há uma verdade, a do Estado, como encarnação de… (Tese universal).
Schopenhauer — pondo de lado suas deficiências — ergueu sua voz na Alemanha contra o totalitarismo e viu em Hegel o grande perigo para o seu povo e para a humanidade. Algumas de suas palavras não podem ser hoje esquecidas. Durante quase quarenta anos, fêz-se a conspiração do silêncio em torno de sua obra, que é a tática sempre usada contra todo aquele que traz alguma coisa de novo e superior, e põe em risco a mediocridade oficial dominante.
Comentando Hegel, escrevia: “Exerceu não só sobre a Filosofia, mas sobre todas as formas da literatura germânica, uma influência devastadora, ou, para falar com maior rigor, de caráter letárgico e — até se poderia dizer — pestífera. É dever de todo aquele que se sente capaz de julgar com independência, combater essa influência tenazmente e em todo momento. Porque, se calarmos, quem falará?
E mais esta passagem, permitam-nos citar: “Se alguma vez vos propondes a embotar o engenho de um jovem e anular seu cérebro para qualquer tipo de pensamento, então nada podereis fazer de melhor que dar-lhe a ler Hegel. Com efeito, estes monstruosos cúmulos de palavras, que se anulam e se contradizem entre si, atormentam a mente que procura inutilmente encontrar nelas algum sentido, até que, finalmente, se rende totalmente exausta. Deste modo, fica tão perfeitamente destruída toda capacidade de pensar, que o jovem termina por tomar por verdade profunda uma verbosidade vazia e ôca. O tutor, que teme que seu pupilo se torne demasiado inteligente para os seus projetos, poderia, pois, evitar essa desgraça, sugerindo-lhe inocentemente a leitura de Hegel.”
E que frutos deu essa doutrina? O nazismo e o marxismo.
Contudo, Hegel, como filósofo, tem um grande valor, apesar do que partejou para a humanidade.

domingo, 20 de março de 2016

ATIVIDADE - PROJETO DE LEITURA E PESQUISA




A)FAÇA O CADASTRO NO VEDUCA
B) ESCOLHA UM CURSO DE FILOSOFIA/ AFINS DE HUMANAS
C) ASSISTA AS AULAS E RELATE NO CADERNO
D)  PREPARAR UMA APRESENTAÇÃO INDIVIDUAL

http://www.veduca.com.br/



A)FAÇA O CADASTRO NA EDITORA
B) NAVEGUE  ESCOLHA UM LIVRO DE FILOSOFIA/ AFINS DE HUMANAS (NÃO É OBRIGATÓRIO COMPRAR)
C) FAÇA A RESENHA DELE  NO CADERNO


http://www.erealizacoes.com.br/home


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

COMO FAZER SEUS TRABALHOS - MMO






SEQUÊNCIA DE MONTAGEM DE TRABALHO DE PESQUISA ADAPTADA DAS NORMAS DA ABNT

1) Capa:


veja no youtube : COMO FAZER CAPA PARA SEU TRABALHO

Se  quiser se inscrever no canal, facilitará o acesso ao  conteúdo  de filosofia que estaremos transferindo  para lá)


Folha A 4
Início da página:
A) Nome da Escola  (fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizado) 
B) Nome do professor (fonte 14, só as primeiras letras maiúsculas, negrito, centralizado) 

C) NO MEIO DA PÁGINATítulo do trabalho (fonte 16, maiúsculo, negrito, centralizado)
D) DUAS LINHAS ABAIXO À DIREITA:
Nome número , série do aluno e disciplina fonte 12
E) NO FINAL DA PÁGINA
Cidade e ano de conclusão do trabalho (fonte 14, negrito, maiúsculo e minúsculo, centralizado)


 2, 3, 4, 5, 6 : 
veja no youtube: índice, introdução, capítulos, considerações finais, bibliografia
2 ) Índice
veja exemplo

3) Introdução (formatar – título 1)
(apresentação do trabalho, o que o leitor irá encontrar) (Letra Arial 11, espaço 1,5)

4) Corpo do trabalho – capítulos 1, 2, 3...(formatar – título 1) (desenvolvimento do conteúdo pesquisado, Letra Arial 11, espaço 1,5)


5 ) Considerações finais (conclusão)(formatar – título 1) ( o que você aprendeu com o trabalho, Letra Arial 11, espaço 1,5)

6) Referências (formatar – título 1)( de onde você tirou os dados da pesquisa, Letra Arial 11, espaço 1,5)

Referências ( fontes usadas para fazer o trabalho, sites, livros, revistas)

DUSSEL, E. 1492: el encubrimiento del outro: hacia el origen del mito de la modernidad. Madrid: Nueva Utopia, Conferências de Frankfurt, 1992.

ELIOT, T. S. Notas para a Definição de Cultura.  São Paulo:É Realizações, 2012.

GIRARD, René. O Bode Expiatório e Deus.Tradutor: Márcio Meruje. Colecção: Textos Clássicos de Filosofia. Direcção: José M. S. Rosa & Artur Morão,Covilhã: Lusosofia , 2008.

GOUVEA , Josimar Salum. Estatísticas Mundiais sobre o Evangelismo. http://www.lagoinha.com/ibl-vida-crista/estatisticas-mundiais-sobre-o-evangelismo/, Acesso: 12/04/2015, 16:21.

NOVAES; João. Proporção de cristãos no mundo caiu de 35% para 32%; Europa e América registraram queda, ao contrário da África. http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=54, Acesso: 12/04/2015, 16:39.


VOEGELIN, Eric. Ordem e História, v.1 – Israel e a Revelação, São Paulo: ed. Loyola, 2009