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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

PRIMEIRO ANO - PRIMEIRO BIMESTRE - DAVID HUME – ENSAIO SOBRE O ENTENDIMENTO HUMANO



1 - ASSISTA O VÍDEO DA FILOSOFIA DE HUME E  FAÇA UM RELATÓRIO NO CADERNO;

Ser Ou Não Ser - David Hume, Experimentar O Mundo Como Criança - Viviane Mosé - Globo - Fantástico 
http://www.youtube.com/watch?v=kfAVg4KIdio


2 - LEIA O TEXTO DE HUME E FAÇA UM RESUMO NO CADERNO;

SEÇÃO II
DA ORIGEM DAS IDÉIAS
Cada um admitirá prontamente que há uma diferença considerável entre as percepções do espírito, quando uma pessoa sente a dor do calor excessivo ou o prazer do calor moderado, e quando depois recorda em sua memória esta sensação ou a antecipa por meio de sua imaginação. Estas faculdades podem imitar ou copiar as percepções dos sentidos, porém nunca podem alcançar integralmente a força e a vivacidade da sensação original. O máximo que podemos dizer delas, mesmo quando atuam com seu maior vigor, é que representam seu objeto de um modo tão vivo que quase podemos dizer que o vemos ou que o sentimos. Mas, a menos que o espírito esteja perturbado por doença ou loucura, nunca chegam a tal grau de vivacidade que não seja possível discernir as percepções dos objetos. Todas as cores da poesia, apesar de esplêndidas, nunca podem pintar os objetos naturais de tal modo que se tome a descrição pela paisagem real. O pensamento mais vivo é sempre inferior à sensação mais embaçada.
Podemos observar uma distinção semelhante em todas as outras percepções do espírito.Um homem à mercê dum ataque de cólera é estimulado de maneira muito diferente da de um outro que apenas pensa nessa emoção. Se vós me dizeis que certa pessoa está amando, compreendo facilmente o que quereis dizer-me e formo uma concepção precisa de sua situação, porém nunca posso confundir esta idéia com as desordens e as agitações reais da paixão. Quando refletimos sobre nossas sensações e impressões passadas, nosso pensamento é um reflexo fiel e copia seus objetos com veracidade, porém as cores que emprega são fracas e embaçadas em comparação com aquelas que revestiam nossas percepções originais. Não é necessário possuir discernimento sutil nem predisposição metafísica para assinalar a diferença que há entre elas. Podemos, por conseguinte, dividir todas as percepções do espírito em duas classes ou espécies, que se distinguem por seus diferentes graus de força e de vivacidade. As menos fortes e menos vivas são geralmente denominadas pensamentos ou idéias. A outra espécie não possui um nome em nosso idioma e na maioria dos outros, porque, suponho, somente com fins filosóficos era necessário compreendê-las sob um termo ou nomenclatura geral. Deixe-nos, por tanto, usar um pouco de liberdade e denominá-las impressões, empre gando esta palavra num sentido de algum modo diferente do usual. Pelo termo impressão entendo, pois, todas as nossas percepções mais vivas, quando ouvimos, vemos, sentimos, amamos, odiamos, desejamos ou que remos.
E as impressões diferenciam-se das idéias, que são as percepções menos vivas, das quais temos consciência, quandorefletimos sobre quais quer das sensações ou dos movimentos acima mencionados.
A primeira vista, nada pode parecer mais ilimitado do que o pensamento humano, que não apenas escapa a toda autoridade e a todo poder do homem, mas também nem sempre é reprimido dentro dos limites da natureza e da realidade. Formar monstros e juntar formas e aparências incongruentes não causam à imaginação mais embaraço do que conceber os objetos mais naturais e mais familiares. Apesar de o corpo confinar-se num só planeta, sobre o qual se arrasta com sofrimento e dificuldade, o pensamento pode transportar-nos num instante às regiões mais distantes do Universo, ou mesmo, além do Universo, para o caos indeterminado, onde se supõe que a Natureza se encontra em total confusão. Pode–se conceber o que ainda não foi visto ou ouvido, porque não há nada que esteja fora do poder do pensamento, exceto o que implica absoluta contradição.
Entretanto, embora nosso pensamento pareça possuir esta liberdade ilimitada,verificaremos, através de um exame mais minucioso, que ele está realmente confinado dentro de limites muito reduzidos e que todo poder criador do espírito não ultrapassa a faculdade de combinar, de transpor, aumentar ou de diminuir os materiais que nos foram fornecidos pelos sentidos e pela experiência. Quando pensamos numa montanha de ouro, apenas unimos duas idéias compatíveis, ouro e montanha, que outrora conhecêramos. Podemos conceber um cavalo virtuoso, pois o sentimento que temos de nós mesmos nos permite conceber a virtude e podemos uni-la à figura e forma de um cavalo, que é um animal bem conhecido. Em resumo, todos os materiais do pensamento derivam de nossas sensações externas ou internas; mas a mistura e composição deles dependem do espírito e da vontade. Ou melhor, para expressar-me em linguagem filosófica: todas as nossas idéias ou percepções mais fracas são cópias de nossas impressões ou percepções mais vivas.
Para prová-lo, espero que serão suficientes os dois argumentos seguintes. Primeiro, se analisamos nossos pensamentos ou idéias, por mais compostos ou sublimes que sejam,
sempre verificamos que se reduzem a idéias tão simples como eram as cópias de sensações precedentes. Mesmo as idéias que, à primeira vista, parecem mais distantes desta origem mostram-se, sob um escrutínio minucioso, derivadas dela. A idéia de Deus, significando o Ser infinitamente inteligente, sábio e bom, nasce da reflexão sobre as operações de nosso próprio espírito, quando aumentamos indefinidamente as qualidades de bondade e de sabedoria. Podemos continuar esta investigação até a extensão que quisermos, e acharemos sempre que cada idéia que examinamos é cópia de uma impressão semelhante. Aqueles que dizem que esta afirmação não é universalmente verdadeira, nem sem exceção, têm apenas um método, e em verdade fácil, para refutá-la: mostrar uma idéia que, em sua opinião, não deriva desta fonte. Incumbir-nos-ia então, se quiséssemos preservar nossa doutrina, de mostrar a impressão ou percepção mais viva que lhe corresponde.
Segundo, se ocorre que o defeito de um órgão prive uma pessoa de uma classe de
sensação, notamos que ela tem a mesma incapacidade para formar idéias correspondentes.
Assim, um cego não pode ter noção das cores nem um surdo dos sons. Restaurai a um deles um dos sentidos de que carecem: ao abrirdes as portas às sensações, pos sibilitais também a entrada das idéias, e a pessoa não terá mais dificuldade para conceber aqueles objetos. O mesmo fenômeno ocorre quando o objeto apropriado para estimular qualquer sensação nunca foi aplicado ao órgão do sentido. Um lapão ou um negro, por exemplo, não têm nenhuma noção do sabor do vinho. Apesar de haver poucos ou nenhum caso de semelhante deficiência no espírito, em que uma pessoa nunca sentiu ou que é completamente incapaz de um sentimento ou paixão próprios de sua espécie, constatamos, todavia, que a mesma observação ocorre em menor grau. Um homem de modos brandos não pode formar uma idéia de vingança ou de crueldade obstinada, nem um coração egoísta pode conceber facilmente os ápices da amizade e da generosidade. Em verdade, admitimos que outros seres podem possuir muitos sentidos dos quais não temos noção, porque as idéias destes sentidos nunca nos foram apresentadas pela única maneira por que uma idéia pode ter acesso ao espírito, isto é, mediante o sentimento e a sensação reais.
Há, no entanto, um fenômeno contraditório que pode provar que não é absolutamente impossível que as idéias nasçam in dependentes de suas impressões correspondentes. Acredito que se concordaria facilmente que as várias idéias de cores diferentes que penetram pelos olhos, ou aquelas de sons conduzidas pelo ouvido, são realmente diferentes umas das outras, embora, ao mesmo tempo, parecidas. Ora, se isto é verdadeiro a respeito das diferentes cores, deve sê-lo igualmente para os diversos matizes da mesma cor; e cada matiz produz uma idéia diversa, independente das outras. Pois, se se negasse isto, seria possível, por contínua gradação dos matizes, passar insensivelmente de uma cor a outra completamente distante de série; se vós não admitis a distinção entre os intermediários, não podeis, sem absurdo, negar a identidade dos extremos. Suponde, então, uma pessoa que gozou do uso de sua visão durante trinta anos e se tornou perfeitamente familiarizada com cores de todos os gêneros, exceto com um matiz particular do azul, por exemplo, que nunca teve a sorte de ver. Colocai todos os diferentes matizes daquela cor, exceto aquele único, defronte daquela pessoa, decrescendo gradualmente do mais escuro ao mais claro. Certamente, ela perceberá um vazio onde falta este matiz, terá o sentimento de que há uma grande distância naquele lugar, entre as cores contíguas, mais do que em qualq uer outro. Ora, pergunto se lhe seria possível, através de sua imaginação, preencher este vazio e dar nascimento à idéia deste matiz particular que, todavia, seus sentidos nunca lhe forneceram? Poucos leitores, creio eu, serão de opinião que ela não pode; e isto pode servir de prova que as idéias simples nem sempre derivam das impressões correspondentes, mas esse caso tão singular é apenas digno de observação e não merece que, unicamente por ele, modifiquemos nossa máxima geral.
Eis, portanto, uma proposição que não apenas parece simples e inteligível em si mesma, mas que, se se fizer dela o uso apropriado, pode tornar toda discussão igualmente inteligível e eliminar todo jargão, que há muito tempo se apossou dos raciocínios metafísicos e os desacreditou. Todas as idéias, especialmente as abstratas, são naturalmente fracas e obscuras; o espírito tem sobre elas um escasso controle; elas são apropriadas para serem confundidas com outras idéias semelhantes, e somos levados a imaginar que uma idéia determinada está aí anexada se, o que ocorre com freqüência, empregamos qualquer termo sem lhe dar significado exato. Pelo contrário, todas as impressões, isto é, todas as sensações, externas ou internas, são fortes e vivas; seus limites são determinados com mais exatidão e não é tão fácil confundi-las e equivocar-nos. Portanto, quando suspeitamos que um termo filosófico está sendo empregado sem nenhum significado ou idéia — o que é muito freqüente — devemos apenas perguntar: de que impressão é derivada aquela suposta idéia? E, se for, impossível designar urna, isto servirá para confirmar nossa suspeita. E razoável, portanto, esperar que, ao trazer as idéias a uma luz tão clara, removeremos toda discussão que pode surgir sobre sua natureza e realidade.


56 comentários:

V!ctÖr!@ disse...

Nome:Victoria de Oliveira Dias. Nº34 Série 1ºM

Nascido em 1711 David Hume faleceu em 1776,ele era um filosofo Empirista(que provém da experiência obtida)diferente dos filosofos racionalistas(que possui o conhecimento matemático e o proprio modelo de conhecimento).
Ele queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como uma criança inexperiente .
Para Hume quanto mais proximas das sensações e das ideias tiverem ,mais nitidas e fortes elas seram .
A diferença entre impressão e a idéia, é que a impressão e quando nos sentimos algo,como o perfume de uma flor,e após um determinado tempo essa experiencia vai ficar na memoria,isso e a idéia,e sempre mais fraca do que a sensação .
As vezes o pensamento nos leva a construir ideias que não corresponde em nada com a realidade,criando noções falsas, exemplo: A turma que ficou de DP, eles são vistos na escola como a turma excluída.
Para Hume,o fato de uma coisa acontecer varias vezes, não significa que ela vai acontecer eternamente

Mariane disse...

Nome:Mariane Bittencourt nº26 1ºH

O filósofo David Hume naceu em 1711 e morreu 1776,ele queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como cirança, como se tudo fosse a primeira vez.
Como os alunos do Seu João ele ensinava as crianças o que era cada animal.
Hume era um filósofo empirista,isto significa que a base da filosofia não vem do pensamento e sim da experiencia,para ele quando mais proximas as sensações das ideias mais nitidas elas serão:
Camilo tem 11 anos e diz que leu 154 livros e tambem adora o Egito ele diz ele fica horas vendo a foto do Egito e sabendo tudo sobre ele,acaba entao se sentindo como se estivese lá,mais por mais que isso pareça ter sentida nao passa de uma simples idéia .
Impressão é que vem de várias formas agente percebe pelo tato,boca, se dá um exemplo do fogo se encostarmos as maos nele ele vai queimar,dá uma sensação forte e depois de 1 semana isso apenas fica na historia isso é a idéia,a ideia é mais fraca do que a sensação.
As vezes os pensamentos nos leva a construir ideia que não corresponde em nada a realidade cramos noções falsas sobre a natureza mais também sobre pessoas.
Dá-se um exemplo de uma sala que só tem alunos com dependencias em alguma matéria,e isso criou um rótulo pra eles,eles sao excluidos da sociedade.
Hume diz que o hábito pode nos levar a conclusões precipitadas.Para ele o fato de uma coisa acontecer várias vezes não significa que vai ser para sempre assim.
O filósofo não duvida da lei da gravidade apenas diz que ela pode não ser eterna.

vick disse...

Victoria Marin da Costa nº35 1ºM


O filósofo David Hume fala que pra adquirir experiencias, precisa viver.
E é pra viver a vida como se fosse seu ultimo dia de vida, experimentar as coisas como uma criança faz. E uma das coisas que ele fala é que nós nunca sabemos se é permanente as coisas, não sabemos nem se a natureza sera sempre assim daqui alguns anos. E que nós sempre criamos ideias falsas sobre as coisas, pois não há uma certeza de que ela sempre sera desse jeito.
E sobre a diferença da impressão e da ideia é, a impressão é quando vcê esta sentindo algo no momento, e ideia é quando o que voce viveu ficou na memoria, lembranças.

pedro-ribeiro2011 disse...
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pedro-ribeiro2011 disse...

Nome: Illgner Ribeiro Palmeira n°: 16 1ªM

O filósofo escocês David Hume (1711-1776) queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como uma criança, como se fosse tudo a primeira vez.
Hume era empirista, que acreditava que a base do conhecimento vem da experiência. Que quanto mais próximo das sensações as ideias estiverem, mais nítidas e fortes elas serão.
Às vezes criamos noções falsas sobre a natureza e sobre as pessoas.
Umas turmas do ensino médio, que tem dependência em alguma matéria, se acostumaram a ver os colegas de certa forma. Foi criado um rótulo para eles e são vistos na escola como a turma excluída, como a turma que não deu certo.
Para Hume para o fato de uma coisa acontecer muitas vezes, não quer dizer que ela acontecera eternamente. A relação de causa e efeito fica marcada no pensamento.
O habito leva a conclusões precipitadas. Todo o conhecimento vem dos sentidos e não passa de impressões.

anacsl11 disse...

Nome: Ana Claudia de Souza Lima Nº05 - 1ºK

No video conta que David Hume era empirista, que acreditava que a experiência era mais forte do que o pensamento , e mostra exemplos como o fogo , que a sensação de queimar a mão será mais forte quando realizamos de que quando pensamos . E de um menino que só conheçe o Pão de Açucar pelo computador e quando tem a experiêncoa de conhece-lo sua lembrança será mais forte do que antes . Hume também acreditava que o hábito nos leva a conclusões precipitadas, citando que uma bolinha não só porque ela cai todas as vezes que jogamos irá cair para sempre, um dia ela vai parar, mais eles não descordava das leis da natureza, apenas acreditava que algo um dia á interrompesse .

Daniel disse...

Nome: Daniel Martins Belinato Rodrigues N°9 1K

David Hume queria que o homem voltasse a experimentar as coisas como uma criança, como se fosse tudo a primeira vez.
Por ser empirista acreditava que a base do ensino não vem de um pensamento e sim de uma experiência.
Para ele quanto mais próximo estiver das sensações mais forte sera essa lembrança.
Como sobre um menino que mora no Rio de Janiero e nunca visitou o pão de Açúcar e tem o sonho de ir para o Egito e que tudo o que ele ve na internet sobre esses lugares é apenas uma ideia da imagem não viveu uma sensação de visitar esses lugares saber como é e etc.
A idéia é sempre mais fraca do que a sensação.
O hábito pode nos levar em conclusões precipitadas tanto sobre as leis da natureza quanto sobres as pessoa como as imagens que eles possuem dos alunose e etc.
Hume pensava: todo conhecimento vem dos sentidos e não passa de impressões, por isso ele valoriza tanto essa experiencia.

patricia_santiago2007 disse...

nome: Patricia Santiago de Souza Almeida n°27 1°M
COMENTÁRIO
O filósofo David Hume (1711-1776) queria que o homem voltasse a ver o mundo como criança como se tudo fosse a primeira vez.
Hume era um filosofo empirista, que acredita que a base do conhecimento não vem do pensamento mas da experiência.
Para Hume ,quanto mais próximos estamos das sensações, mais fortes serão as ideias , e é essa a abordagem do vídeo.
As vezes os pensamentos nos levam a construir ideias , que não correspondem nada a realidade, e que criamos falsas impressões.
Hume diz que o fato de uma coisa acontecer muitas vezes, não significa que ela vá sempre acontecer.

Japa !..! disse...
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Marii disse...
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Bianca disse...
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Tamires disse...
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Caroline Nogueira disse...
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Caio disse...
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welton disse...
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Lais > disse...
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Gabriel_Lajes disse...
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$$ geovane $$ disse...
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Fernando disse...
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Guilherme Vinicius disse...

Guilherme Vinícius Cerqueira Leite, nº15, 1ºK

David Hume foi um filósofo e empirista, ou seja, ele acreditava que a base do conhecimento não vinha do pensamento, mas sim das experiências. Escocês, nasceu em 1711 e acabou falecendo em 1776. Ele queria que o homem voltasse a viver o mundo como quando era criança, e como as coisas fossem feitas pela primeira vez. Para ele, quanto mais próximas das sensações as ideias estiverem, mais fortes elas serão. Hume explica que não é porque algo acontece alguma(s) vez(es), que isso sempre irá acontecer. A sensação é sempre algo mais forte do que a ideia.

Bruna Martins disse...

Bruna Martins Gomes de Oliveira - 1ºi nº:06 ano:2016

VIDEO: Ser ou Não ser - David Hume, experimentar o mundo como criança

O filosofo escocês David Hume queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como criança, com se tudo fosse a primeira vez. Hume era um filosofo empirista, ao contrário dos filósofos chamados de racionalista, o empirista acredita que a base do conhecimento não vem do pensamento, mas da experiência, para Hume quanto mais próxima as sensações, as ideias estiverem mais nítidas mais fortes elas serão. Mas porque será que Hume valoriza tanto a ideia do que o pensamento? As vezes o pensamento nos leva a contribuir ideias que não corresponde em nada a realidade, criamos noções falsas da natureza ou das pessoas. Hume chamava a atenção para o fato de que o hábito pode ser que nos leve a conclusões precipitadas, Hume chega a conclusão que não conhecemos nada, que todo conhecimento vem dos sentidos e tudo não passa de impressões, por isso ele valoriza tanto a experiência.

Leticia pitel de oliveira disse...

LETICIA PITEL DE OLIVEIRA -n28 1b

David Hume um filósofo que queria que o homem voltasse a viver o mundo como uma criança como se tudo fosse a primeira vez.no vídeo vemos o exemplo do professor João que faz isso com seu grupo de jovens ele mostra para seus alunos coisas que particularmente nunca chegamos se quer ver
Hume era empirista diferente de outros filósofos que são racionalista,Hume acreditava que a base do conhecimento não vem do pensamento e sim da experiência ,ele acredita que quantos mais próximos de nossas ideias ou sensações mais nítidas elas serão
no vídeo a filosofa comenta sobre a ideia que ela é mais fraca que a sensação dando o exemplo do fogo,outro exemplo dado no vídeo foi os alunos que sempre que acontecia alguma coisa eles colocavam a culpa em dois alunos da sala ele acreditava que uma coisa que acontece sempre não quer dizer que vai acontecer eternamente não que ele duvide da gravidade .
portanto concluímos que não conhecemos nada,Hume acreditava que todo conhecimento vem do sentido por isso que ele valoriza tanto a experiência

Maria Eduarda disse...

Nome : Maria Eduarda Melo Menezes, N°29, 1°C

O filósofo escocês David Hume ( 1711-1776), queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como criança., como se tudo fosse a primeira vez.
Hume era um filósofo empirista, ao contrário de outros filósofos chamados de racionalistas, o empirista acredita que a base do conhecimento não vem do conhecimento mas dá experiência, para Hume, quanto mais próximo das sensações, as idéias ficariam mais nítidas, e fortes elas seriam.
Hume desconfiava da importância do pensamento e valorizava tanto a experiência. David Hume chamava a atenção para o fato de que o hábito pode nos levar conclusões precipitadas, para Hume o fato das coisas acontecerem muitas vezes não quer dizer que ela vá acontecer eternamente., para ele a relação de causa e efeito está marcada em seu pensamento é um hábito.
Hume pensava que não conhecemos quase nada, todo conhecimento vem dos sentidos e não passam de impressões, por isso ele valoriza tanto a experiência.

Maria Eduarda disse...

Nome : Maria Eduarda Melo Menezes, N°29, 1°C

O filósofo escocês David Hume ( 1711-1776), queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como criança., como se tudo fosse a primeira vez.
Hume era um filósofo empirista, ao contrário de outros filósofos chamados de racionalistas, o empirista acredita que a base do conhecimento não vem do conhecimento mas dá experiência, para Hume, quanto mais próximo das sensações, as idéias ficariam mais nítidas, e fortes elas seriam.
Hume desconfiava da importância do pensamento e valorizava tanto a experiência. David Hume chamava a atenção para o fato de que o hábito pode nos levar conclusões precipitadas, para Hume o fato das coisas acontecerem muitas vezes não quer dizer que ela vá acontecer eternamente., para ele a relação de causa e efeito está marcada em seu pensamento é um hábito.
Hume pensava que não conhecemos quase nada, todo conhecimento vem dos sentidos e não passam de impressões, por isso ele valoriza tanto a experiência.

Beatriz Borges Gentil disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Beatriz Borges Gentil disse...

Nome: Beatriz Borges Gentil N° 07, 1°C
O filósofo escocês David Hume (1711-1776), queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como criança, como se tudo fosse à primeira vez.
Hume era um filósofo empirista, ao contrário dos filósofos racionalistas, o empirista acredita que as bases do conhecimento não vêm do pensamento, mas da experiência. Para Hume quanto mais próximas das sensações as ideias estiverem mais nítidas e fortes elas serão.
Ás vezes os pensamentos nos levam a construir ideias que não correspondem em nada a realidade, criamos noções falsas sobre a natureza, não só sobre a natureza,mas também sobre as pessoas.
Hume chamava a atenção para o fato que o habito pode nos levar a conclusões precipitadas. Pra ele o fato de uma coisa acontecer muitas vezes não quer dizer que ela vá acontecer eternamente.
“Temos de admitir que não conhecemos nada “, era o que Hume pensava. Todo o conhecimento vem dos sentidos e não passa de impressões, por isso ele valoriza tanto a experiência.

Gustavo Fernandez disse...

Nome: Gustavo Fernandez Nº14, 1ºK
David Hume(1711-1776) foi um filósofo, historiador e ensaísta britânico nascido na Escócia que se tornou célebre por seu empirismo radical e seu ceticismo filosófico. Ao lado de John Locke e George Berkeley, Hume compõe a famosa tríade do empirismo britânico, sendo considerado um dos mais importantes pensadores do chamado iluminismo escocês e da própria filosofia ocidental.
Hume opôs-se particularmente a Descartes e às filosofias que consideravam o espírito humano desde um ponto de vista teológico-metafísico. Assim Hume abriu caminho à aplicação do método experimental aos fenômenos mentais.
Sua importância no desenvolvimento do pensamento contemporâneo é considerável. Teve profunda influência sobre Kant, sobre a filosofia analítica do início do século XX e sobre a fenomenologia.

Ryane Rodrigues disse...

Nome: Ryane da Silva Rodrigues Nº33, 1ºL
David Hume(1711-1776)foi um filósofo empirista que queria voltar a experimentar o mundo como criança,e no empirismo acreditam que a base do conhecimento não vem do pensamento, e sim da experiência.E nós devemos saber distinguir e diferenciar idéia de impressão.A idéia é sempre mais fraca que a sensação sentida em algum lugar ou momento.Mas enfim porque Hume acreditava neste conceito?
Porque o pensamento nos leva a construir idéias que não correspondem em nada a realidade.E para Hume está relação de causa e efeito está presente somente no pensamento por exemplo: Uma sala bagunceira em que já se precipitam a julgar quando acontece algo de errado ao redor,mas quando ver levam o espanto e surpresa de quem vocês menos esperavam acontecia.
E por fim devemos admitir que não sabemos de nada realmente fora nossa existência.

Mah disse...

Nome: Marcela Bianca A. Albertini n°31 1°B
O filosofo escocês David Hume queria que o homem voltasse a viver a vida como criança como se fosse a primeira vez. Hume era um filosofo empirista para Hume quanto mais próximo das experiências mais próxima do conhecimento. Vemos por exemplo o aluno Camilo que com somente 10 anos já leu mais de 150 livros e é muito raro uma criança ler isso, ele gosta muito do Egito mas nunca teve a possibilidade de ir para lá como a teoria de Hume dizia para ser uma “conclusão” devemos ter a experiência. As vezes o pensamento nos leva a construir ideias a que não corresponde à realidade criamos ideias de lugares e de pessoas. E que o habito pode nos levar a conclusões precipitadas. A reação de causa e efeito vem da nossa cabeça da nossa imaginação. Por isso o filosofo valoriza tanto a experiência para podermos ter uma ideia formada na nossa mente.

Fernando Pereira disse...

Nome:Fernando Pereira Domingues N_17 1°B
Nesse vídeo fala sobre o filósofo David Hume, Hume nasceu em 1711 e faleceu em 1776,era um filósofo diferentes dos outro, ele era empirista (que vem da experiência), diz que temos que experimentar as coisas como se fossemos uma criança, ele também fala que não criamos uma ideia certa das coisas, pois não sabemos se aquela coisa é da forma na qual imaginamos que seja , ou melhor que não temos certeza.No vídeo fala que a ideia é mais fraca que a sensação dando o exemplo do fogo que quando encostamos as mãos irá queima-las e para Hume quanto mais próxima das sensações e das ideias mais fortes e nítidas elas seão, Hume queria que o homem voltasse a viver como criança como se tudo fosse a primeira vez.
Para Hume o fato de algo acontecer varias vezes não quer dizer que irá acontecer eternamente e ele também acreditava que todo sentimento vem do sentido por isso ele valoriza bastante a experiência pois para termos um conhecimento temos que "experimentar" para conseguir formar uma ideia sobre aquilo.

Vitor Enguel disse...

VITOR ENGUEL N:40 1B

David Hume nasceu no ano de 1711 nascido na Escócia foi um grande filósofo e morreu no ano de 1776.
Hume era um filósofo que queria que os homens experimentassem o mundo como uma criança. Hume era empirista,ou seja, seu conhecimento era baseado em experiência.
É dito no vídeo que a ideia será mais fraca que a sensação sentida em determinada situação, que é dado o exemplo do fogo. Para ele e quanto mais próximo das sensações e ideias estivermos mais nítidas e fortes elas serão. Às vezes os pensamentos nos leva a construir ideias Que não correspondem em nada a realidade é criamos noções falsas sobre a natureza e as pessoas. Hume chama atenção pelo fato de que o hábito pode nos levar a ter conclusões precipitadas, pois não é porque alguma coisa acontece uma vez que vai continuar acontecendo eternamente.
E Hume pensava que para termos um conhecimento era preciso experimentar para ter uma opinião formada sobre um determinado assunto.

thauany silva disse...

THAUANY SANCHES SILVA N°38 1°B

David Hume queria que as pessoas vivessem experiências como se fossem crianças. Ele se baseia no conhecimento através de sensações, conforme a sensações e prospecções fosse mais próxima da realidade, mais nítida ela ficaria em sua lembranças, hume era empirista, ou seja, o conhecimento baseado na experiência. As vezes os pensamentos nos levam a construir falsas ideias que nao corresponde a realidade desse modo criamos falsas noções da natureza e do ser humano. Hume também diz que "se uma coisa acontece sempre, nem por isso vai acontecer eternamente", e que para conseguirmos formar conhecimento e preciso experimentar "novos hábitos" para ter uma opinião formada sobre certo assunto.

iTz KinhOGamer ™ disse...
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iTz KinhOGamer ™ disse...

Nome : Kayk da Silva Barros Nº22 1ºG

O filosofo escocês David Hume queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como criança, com se tudo fosse a primeira vez. Hume era um filosofo empirista, ao contrário dos filósofos chamados de racionalista, o empirista acredita que a base do conhecimento não vem do pensamento, mas da experiência, para Hume quanto mais próxima as sensações, as ideias estiverem mais nítidas mais fortes elas serão. Mas porque será que Hume valoriza tanto a ideia do que o pensamento? As vezes o pensamento nos leva a contribuir ideias que não corresponde em nada a realidade, criamos noções falsas da natureza ou das pessoas. Hume chamava a atenção para o fato de que o hábito pode ser que nos leve a conclusões precipitadas, Hume chega a conclusão que não conhecemos nada, que todo conhecimento vem dos sentidos e tudo não passa de impressões, por isso ele valoriza tanto a experiência.

Unknown disse...

Sabrina Toledo Minholi, n34, 1H
O filósofo David Hume nasceu em 17/11 na Escócia e faleceu no ano de 1776.
Ele era empirista, queria que o homem vivesse como criança e seu conhecimento era baseado em experiência.
Nós devemos saber distinguir idéia de expressão. A idéia é sempre mais fraca que a sensação sentida em algum momento ou lugar. Quanto mais próximo dàs sensações e idéias estivermos, mais fortes e nítidas elas serão. As vezes o pensamento nos leva a idéias que não correspondem com a realidade, criamos noções falsas sobre as pessoas e a natureza.
Hume desconfiava da importância do pensamento e valorizava a experiência. Para ele, o fato das coisas aconteceram muitas vezes, não quer dizer que irá acontecer eternamente, a relação de causa e efeito que está marcada em seu pensamento é um hábito.
David Hume acreditava que não conhecemos quase nada, todo o conhecimento vem dos sentidos e não passam de empressões, por isso ele valoriza tanto a experiência, então nós devemos experimentar novos hábitos, para formar uma opinião sobre um assunto.

Sabrina Toledo disse...

Sabrina Toledo Minholi, n34, 1H
O filósofo David Hume nasceu em 17/11 na Escócia e faleceu no ano de 1776.
Ele era empirista, queria que o homem vivesse como criança e seu conhecimento era baseado em experiência.
Nós devemos saber distinguir idéia de expressão. A idéia é sempre mais fraca que a sensação sentida em algum momento ou lugar. Quanto mais próximo dàs sensações e idéias estivermos, mais fortes e nítidas elas serão. As vezes o pensamento nos leva a idéias que não correspondem com a realidade, criamos noções falsas sobre as pessoas e a natureza.
Hume desconfiava da importância do pensamento e valorizava a experiência. Para ele, o fato das coisas aconteceram muitas vezes, não quer dizer que irá acontecer eternamente, a relação de causa e efeito que está marcada em seu pensamento é um hábito.
David Hume acreditava que não conhecemos quase nada, todo o conhecimento vem dos sentidos e não passam de empressões, por isso ele valoriza tanto a experiência, então nós devemos experimentar novos hábitos, para formar uma opinião sobre um assunto.

Ana Clara Souza disse...

Allana Esther de Souza n° 06 1°A

O vídeo trata–se de uma série do Fantástico, chamada de “Ser ou não ser?” que tem como objetivo falar sobre grandes filósofos.
Nesse vídeo da série eles falam do um grande filósofo escocês David Hume (1711-1776), que queria que o homem voltasse experimentar o mundo como uma criança e nisso cita uma turma de estudantes do Pantanal que tem como professor Seu João, que ensina a eles sobre animais.
David Hume era um filosofo empirista, ou seja, era um filosofo que não tinha como base o pensamento, mas sim a experiência, para ele quanto mais próximas as sensações das ideias mais nítidas serão elas. Mostra o exemplo de Camilo, um menino de 11 anos que já leu, mais ou menos, 154 livros e que adora ver imagens do Egito pela internet, mesmo ele lendo tudo e vendo tudo que ali existe, ele nunca teve a sensação de estar pessoalmente em algum desses lugares e o que ele sente não passa de uma simples ideia.
A reporte dá como explicação a sensação de encostar no fogo e ter uma sensação muito forte, de queimar e fala que aquilo que você sentiu depois de uma semana já não vai ter mais tanta força e aquilo não passa de uma ideia , concluindo que a sensação será sempre mais forte que uma ideia.
Para Hume, os pensamentos nos leva a construir ideia que não correspondem a realidade, e que com isso criamos noções falsas sobre a natureza. Hume diz que o hábito pode nos levar a conclusões precipitadas, e para ele o fato de uma coisa acontecer várias vezes, não quer dizer que acontecerá para sempre. E ao final devemos admitir que não sabemos nada realmente fora da nossa existência.

MARINA Ribeiro disse...
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marina modenese disse...
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marina modenese disse...

Marina Silva Modenese n°31 1°G

David Hume é um filósofo empirista que não acredita em pensamentos apenas na atitudes,então,ele deu exemplo do menino Camilo,que sempre procura curiosidades sobre o Egito,mas não tem a experiencia de ir,apenas pensamento,ele mora no RJ e infelizmente também não teve o prazer de ir no pão de açucar.
A filósofa reuniu uma turma do Pantanal,para a seguinte explicação:quando colocamos a mão no fogo,obviamente nos queimamos,mas daqui 7 dias vamos nos lembrar/ter ideia do incidente,mas não vamos nos ferir.
A sensação não é real.Para o filósofo,o pensamento nos leva a ter conclusoes das coisas/pessoas precipitadas não é só porque fizemos algo ruim hoje que quer dizer que faremos isso sempre.
Então a filósofa deu o exemplo da bola,não é só porque hoje ela pula,que daqui 1000000 anos também vai pular.

Lika Bijouterias disse...

Marina Ribeiro de Oliveira - 1º G - nº 42

O vídeo fala de uma série do Fantástico, chamada de "Ser ou não ser", que tem o objetivo de falar sobre as teorias de David Hume.
O filósofo escocês David Hume tinha como sua teoria, que todos experimentassem o mundo com uma verdadeira criança, como se tudo fosse a primeira vez.
Hume era um filósofo empirista, e ao contrário de muitos filósofos racionalistas e empiristas, tinha como teoria, acreditar que os conhecimentos não vem do pensamento, e sim das experiências, e para Hume, quanto mais ligadas as sensações, mais fortes elas seriam.
As vezes nós construímos um pensamento que não tem nada a ver com a nossa realidade, e assim como com as pessoas. E Hume levava em conta que o com o hábito, nós levamos a caminhos precipitados e que nem sempre a mesma coisa irá acontecer novamente e assim surpreendermos.
Hume pensava que todos os conhecimentos vinham de nossas sensações e sentidos, e por isso valoriza a experiência de ser como uma verdadeira criança e como tudo pela primeira vez.

Fabiana disse...

Fabiana Braga de Lima n_13 1ºB

David Hume

⁃ O filósofo escocês David Hume que nasceu em 1711 e morreu em 1776, queria que o homem voltasse a experimentar o mundo Como se tudo fosse a primeira vez.
⁃ Hume era um filósofo empirista e ao contrário dos filósofos chamados racionalistas, o empirista acredita que a base do conhecimento não vem do pensamento, mas sim da experiência.
⁃ Para ele quanto mais próximas das sensações as ideias estiverem mais nítidas e fortes elas serão.
⁃ Por que Hume desconfia da importância do pensamento e valoriza tanto a experiência?
⁃ As vezes o pensamento nos leva a construir ideias que não correspondem em dada a realidade e criamos noções falsas sobre as pessoas.
⁃ Hume chamava atenção para o fato de que o hábito pode nos levar a decisões precipitadas. Para ele, o fato de uma coisa acontecer muitas vezes não quer dizer que ela vai acontecer eternamente.
⁃ O filósofo não duvida da lei da gravidade, mas que nós não temos condições de provar que essa lei será eterna.
⁃ Para ele essa relação de causa e efeito está marcada no seu pensamento é um hábito
⁃ Temos que admitir que não conhecemos absolutamente nada, e todo conhecimento vem dos sentidos que não passa de impressões, por isso ele valoriza tanto a experiência.

lilian almeida disse...

Nome: Giulia A. Matias N°13 Série: 1°K /2016

O vídeo relata o principal pensamento de David Hume (1711-1776) que era baseado no ato de experimentar. Hume era um importante filósofo empirista da Escócia que acreditava que a base do conhecimento vem da experiência. O filósofo afirmava que a ideia é sempre mais fraca que a sensação, pois o pensamento nos leva a criar coisas nâo relacionadas a realidadee. Para David a relaçâo de causa e efeito está ligada ao pensamento ou hábito, levando a conclusôes preciptadas e não a novas possibilidades.

Gabriella Raddatz disse...

Nome: Gabriella Raddatz n°08 1°J


Filósofo, David Hume nasceu no ano de 1711 e morreu no ano de 1776.,era um filosofo que queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como criança., como se tudo fosse a primeira vez.
Hume era um filósofo empirista, e o empirista acredita que a base do conhecimento não vem do conhecimento mas dá experiência.Ele desconfiava da importância do pensamento e valorizava a experiência, David Hume acreditava que não conhecemos quase nada, todo o conhecimento vem dos sentidos, portanto concluímos que não conhecemos nada.

Kayque Dias disse...

Kayque Dias, Nº 23, 1ºG

Essa série do Fantástico, com apresentação de Viviane Mosé. A ideia principal do video é representar os pensamentos do filósofo escocês David Hume em coisas do cotidiano, ou como é o caso de Seu João, um senhor que se propõe a ensinar coisas pela primeira vez a crianças que não tiveram contato com certas coisas.
Isso era o que Hume presava, que o homem voltasse a redescobrir coisas como se fosse a primeira, como uma criança.
Hume era um filósofo empirista, ou seja, acredita que o conhecimento pode vir também de experiências ao longo da vida, e que sensações sentidas uma vez podem ficar na memória por muito tempo, mas a experiência sempre vai ser mais forte que a ideia. Essa é a principal ideia do vídeo.
Ele também acreditava que hábitos nos fazem ter ideias precipitadas, contando com que algo sempre aconteça, esquecendo que não podemos provar que realmente aconteça eternamente.

Marina Tito disse...

Marina Tito, nº32, 1ºG

O filósofo escocês David Hume nasceu em 1711 e morreu em 1776, queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como uma criança, como se fosse tudo a primeira vez.
Hume era empirista, que acreditava que a base do conhecimento vem da experiência. Que quanto mais próximo das sensações as ideias estiverem, mais nítidas e fortes elas serão.
Às vezes criamos noções falsas sobre a natureza e sobre as pessoas. Impressão é que vem de várias formas a gente percebe pelo tato, boca, um exemplo do fogo se encostamos a mão nele ele vai queimar, no momento sentimos muita dor mas depois de um tempo isso fica na história isso é a ideia, a ideia é mais fraca do que a sensação.
Hume era um filósofo empirista, isto significa que a base da filosofia não vem do pensamento e sim da experiência, para ele quando mais próximas as sensações das ideias mais nítidas elas serão.
Hume pensava que todo conhecimento vem dos sentidos e não passa de impressões, por isso ele valoriza tanto essa experiência.

melissa nabas disse...

Melissa Frezzura Nabas Nº34 1°G

David Hume nasceu em 1711 e morreu em 1776, no vídeo fala que queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como uma criança, como se fosse tudo a primeira vez. Hume era um filósofo empirista, que acredita que o conhecimento pode vir das experiências ao longo da vida. Hume acreditava que todo conhecimento vem do sentido por isso que ele valoriza tanto a experiência, por que para o filósofo,o pensamento nos leva a ter conclusões das coisas.
O filósofo não duvida da lei da gravidade, mas que nós não temos condições de provar que essa lei será eterna.

luuh conceiçao disse...

nome: Luana Rozzi Conceição nº26 1ºG
O filósofo escocês David Hume (1711-1776) era Empirista, queria que os homens voltassem a experimentar o mundo como crianças, como fosse a primeira vez. Ele acreditava que a base do conhecimento não vêm do pensamento e sim da experiência. Quanto mais próximos das experiências vividas, ao invés de tê-las na mente, mais marcante e nítidas elas serão.O pensamento, às vezes, faz a gente construir idéias que não coincidem com a nossa realidade. Com isso, podemos criar julgamentos até mesmo falsos sobre coisas e pessoas. Um exemplo: nesse vídeo é citada uma turma que ficou em DP. Por causa disso, eles ficaram conhecidos como os "Dependentes". Hume comentava que, se alguma coisa acontecesse várias vezes, não quer dizer que essa coisa acontece eternamente. Nós não conhecemos nada, todos nossos conhecimentos vêm de impressão, e é por isso que David Hume valoriza tanto a experiência.

Thamires Sousa disse...

Nome:Thamires De Sousa Azevedo N°37 - 1B



David Hume acredita na experiência e na sensação, ou seja, ele acredita que  presenciar uma sensação ou experimentar algo pode levar a uma razão, ao contrário de um pensamento ou de uma pré noção. Exemplos: 1. Você saber que porcos ou bichos em geral existem não é a mesma coisa que toca-los ou observa-los ao vivo; ter isso na cabeça não é o mesma que presenciar. 2. Se você colocar a mão no fogo o que você sente irá ser muito mais real do que apenas imaginar aquilo acontecendo. 3. Se você solta algo no ar, esse algo cai no chão, mas não é só porque está se repetindo que aquilo irá acontecer para sempre, não que Hume duvide da gravidade.

Então o vídeo mostra que temos que experimentar tudo como se fosse a primeira vez, como uma criança, assim obteremos a razão.

Gustavo Hide disse...

Nome:Gustavo Hide Assato Nakasone nº13 1ºF
Nascido em 1711 David Hume morreu com 65 anos (no ano de 1776),um filosofo Empirista que acreditava que a base do conhecimento vem da experiência e quanto mais perto das sensações e ideias mais conhecimento adquire, que diferentemente dos filósofos racionalistas. Ele propunha que experimentassem o mundo como uma criança, uma das ideologias de David Hume é que quanto mais próximas das sensações e das ideias que tiverem mais nítidas e fortes elas serão.
A diferença entre impressão e a ideia, é que a impressão é quando nos sentimos algo ,e depois de um determinado tempo essa experiência vai ficar na memoria e a ideia só uma idealização do que pode acontecer ou ser, e muitas vezes podemos nos enganar por exemplo a turma que ficou em dp criaram um ‘’rótulo’’ sobre eles, de que eles são uma turma excluída. E para David Hume, o fato de uma coisa acontecer repentinamente não significa que acontecera para sempre, pois não temos condições de provar que essa ‘’coisa’’ será eterna.

Renan Prata disse...

Nome : Renan C. Prata nº35 1ºG
Hume nasceu em 1711 e morreu em 1776.
Hume queria que o homem voltasse a experimentar o mundo como se fosse criança , Hume era um filosofo empirista , acredita que a base do conhecimento não vem do pensamento , mas sim da experiência . Hume chamava atenção para o fato de que o habito pode nós levar a conclusões precipitadas . Para Hume o fato de alguma coisa acontecer muitas vezes , não quer dizer que ela vai acontecer eternamente . Hume falava que todo pensamento vem dos sentidos e não de impressões , por isso ele valoriza tanto a experiência .

Tatii Sartorius disse...

Tatiane Vieira dos Santos n°35 1°L

David Hume foi um filósofo Emperialista(ao contrario do racionalista, ou seja, acreditava que o conhecimento era adquirido pela experiência). Quando você tem uma experiência ela fica guardada em sua memória e você se lembra dela; então a ideia ela é mais fraca do que a experiência. David desconfiava dos pensamentos pois eles podem criar ideias que fogem da realidade, fazendo assim falsas expectativas ou rótulos para as pessoas ou leis da natureza, fazendo com que o nosso hábito tire conclusões precipitadas. Na ideologia de Hume, uma coisa que acontece com frequência não significa que ela será eterna.

Jennifer Morais disse...

Jennifer Morais n 23
David Hume foi um filósofo Emperialista(ao contrario do racionalista, ou seja, acreditava que o conhecimento era adquirido pela experiência). Quando você tem uma experiência ela fica guardada em sua memória e você se lembra dela; então a ideia ela é mais fraca do que a experiência. David desconfiava dos pensamentos pois eles podem criar ideias que fogem da realidade, fazendo assim falsas expectativas ou rótulos para as pessoas ou leis da natureza, fazendo com que o nosso hábito tire conclusões precipitadas. Na ideologia de Hume, uma coisa que acontece com frequência não significa que ela será eterna.

Jennifer Morais disse...

JenniferMorais 1*L n 23
O vídeo relata o principal pensamento de David Hume (1711-1776) que era baseado no ato de experimentar. Hume era um importante filósofo empirista da Escócia que acreditava que a base do conhecimento vem da experiência. O filósofo afirmava que a ideia é sempre mais fraca que a sensação, pois o pensamento nos leva a criar coisas nâo relacionadas a realidadee. Para David a relaçâo de causa e efeito está ligada ao pensamento ou hábito, levando a conclusôes preciptadas e não a novas possibilidades

Ana Karoliny Oliveira disse...

Ana Karoliny Santos Oliveira, N°02 1°L:
No vídeo apresentado, aborda o tema principal sobre David Hume (1711-1776), filósofo escocês, na qual gostaria que o ser humano voltasse a experimentar o mundo como criança novamente. Empirista, e não racionalista, acreditava que a base do conhecimento não vem da razão, mas sim da experiência. Para ele, quando as ideias estiverem mais perto das sensações, mais autênticas e nítidas serão. A ideia sobre respectiva coisa, seria uma experiência que ficou registrada na memória, porém mais fraca do que a própria sensação.
Hume valorizava a experiência, pois o pensamento pode nos conduzir à ideias que não correspondem a realidade, podem ser noções falsas sobre a natureza e pessoas. O hábito em si pode nos levar a conclusões precipitadas, tanto sobre leis da natureza quanto à pessoas próximas.
Para David, se algo acontecer repetidamente, não significa que vá acontecer eternamente, e pensava que todo o conhecimento que adquirimos vem através dos sentidos.

Nícollas dos Santos*-* disse...

Nícollas 32 1°B
Ele volta ao argumento de Bacon e diz "precisamos experimentar as coisas como se fosse a primeira vez "por termos conhecimentos
que achamos ser verdadeiros mas são falsos (pré noções).
Ele responde Descartes que diz que nossos sentidos nos enganam,dizendo que devemos experimentar como se fosse a 1° vez.
Ele que dizer que não se pode trabalhar com a certeza a não ser as dadas pela experiência .